Tecnologia, processos e pessoas: assista à estreia do Podcast do Grupo Constat
Como a tecnologia pode realmente gerar valor para as empresas? Qual o papel das pessoas em um cenário cada vez mais automatizado? E como processos bem estruturados ajudam organizações a crescer com eficiência e sustentabilidade?
Esses são alguns dos temas abordados no episódio de estreia do Podcast do Grupo Constat, que reúne Donald Reis, diretor de Negócios e Marketing doGrupo Constat; Ricardo Conte, diretor de Operações e Financeiro, e Eduardo Boff, diretor Executivo da Qualitor, empresa do Grupo.
Ao longo da conversa, os executivos compartilham a trajetória da empresa ao longo de seus 35 anos de história, desde o período de abertura do mercado brasileiro de tecnologia até os desafios atuais envolvendo inteligência artificial, automação, gestão de serviços e transformação digital.
Donald Reis relembra que a essência da Constat nunca esteve na tecnologia como produto, mas na capacidade de compreender o negócio dos clientes para indicar as soluções mais adequadas. Segundo ele, a tecnologia sempre foi um meio para apoiar a evolução dos processos organizacionais. "Nosso propósito nunca foi vender tecnologia. Nosso propósito é entender o negócio e o modelo funcional das empresas para indicar o que realmente gera valor", destaca.
Ao abordar a evolução da gestão de pessoas, Ricardo Conte reforça que, mesmo em um mundo impulsionado por automação e inteligência artificial, o diferencial continua sendo humano. Para ele, a qualidade dos serviços entregues está diretamente ligada às pessoas que os executam. "A Constat é uma empresa de gente que gosta de gente. A tecnologia evolui, mas quem entrega o serviço são as pessoas", afirma.
Ricardo também detalha as diversas frentes de atuação da Constat Serviços, incluindo Service Desk, BPO, Facilities, Customer Care, Central de Serviços, Laboratório de Hardware, Business Intelligence e Automação. Segundo ele, o modelo da empresa continua sendo baseado na personalização e no entendimento profundo das necessidades dos clientes. "Não entregamos soluções prontas. Construímos junto com o cliente a melhor forma de operar seus processos."
Durante o episódio, também são apresentados os bastidores da criação da Constat Automação e da área de Business Intelligence. Ricardo explica como essas unidades surgiram a partir das demandas reais dos clientes, especialmente durante o período da pandemia, quando monitoramento remoto, controle de ambientes críticos e gestão de informações passaram a ser ainda mais estratégicos.
Já Eduardo Boff compartilha a história da Qualitor, plataforma que nasceu para atender às necessidades internas de gestão de serviços da própria Constat e se transformou em uma das principais soluções brasileiras para gestão de atendimento, processos e Centros de Serviços Compartilhados (CSC).
Segundo Boff, a necessidade inicial era simples: controlar atendimentos e garantir qualidade na entrega dos serviços. Com o tempo, a solução evoluiu para atender áreas como Recursos Humanos, Facilities, Jurídico, Financeiro, Compras, Atendimento ao Cliente e diversas outras operações corporativas. "Quando não existe controle dos atendimentos, existe caos. Quando não se mede, não se consegue melhorar", resume.
O executivo também destaca como os Centros de Serviços Compartilhados se tornaram uma importante estratégia para empresas que buscam centralização, padronização e eficiência operacional. Hoje, segundo ele, existem operações suportadas pela Qualitor com mais de 25 áreas centralizadas e milhares de processos integrados.
Mais do que contar a história do Grupo Constat, este primeiro episódio oferece uma visão prática sobre transformação digital, governança, experiência do cliente, gestão de pessoas, automação, inteligência operacional e o futuro dos serviços corporativos.
Uma conversa rica em conhecimento, experiências reais e reflexões sobre como empresas podem utilizar tecnologia, processos e pessoas de forma integrada para gerar resultados consistentes.
Assista ao episódio completo e acompanhe a estreia do Podcast do Grupo Constat.

Facilities Inteligente: Quando infraestrutura deixa de ser suporte e passa a gerar eficiência operacional
Facilities já não pode mais ser tratado apenas como infraestrutura.
Em operações cada vez mais digitais, conectadas e dependentes de continuidade, a gestão de ambientes, energia, conectividade e ativos passou a ocupar um papel estratégico dentro das empresas.
No novo vídeo da CONSTAT, nosso Gerente de Facilities, Samuel Toniazzo, mostra como a integração entre tecnologia, gestão operacional e inteligência de serviços ajuda organizações a conquistarem mais estabilidade, continuidade e eficiência operacional.
Uma visão que conecta infraestrutura física e operação digital para reduzir riscos, aumentar previsibilidade e criar ambientes mais preparados para crescimento.
Essa integração também ganha destaque em nossa nova página de Operations & Infrastructure, reunindo soluções voltadas à performance operacional e continuidade dos negócios.
Entre os diferenciais apresentados:
- Contingência e continuidade de links de internet
- Gestão de energia e infraestrutura
- Integração com Central de Serviços e laboratório de hardware
- Controle de ativos e ciclo de vida dos equipamentos
- Mais eficiência, rastreabilidade e agilidade operacional
Conheça o universo de Facilities, Operations & Infrastructure da CONSTAT e entenda como transformamos infraestrutura em vantagem estratégica.

Dica de Livro - Gestão do Amanhã: Tudo o que você precisa saber sobre gestão, inovação e liderança para vencer na 4ª Revolução Industrial
Em um mundo transformado pela inteligência artificial, automação, big data e novas tecnologias, entender como liderar e inovar deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar uma necessidade.
É exatamente essa reflexão que o livro de Sandro Magaldi e José Salibi Neto, propõe.
A obra apresenta uma visão prática sobre os desafios enfrentados por empresas e líderes em um cenário de mudanças aceleradas, abordando temas como transformação digital, cultura organizacional, inovação, novos modelos de negócios e desenvolvimento de lideranças preparadas para o futuro.
Com linguagem acessível e diversos exemplos reais, o livro ajuda profissionais, gestores e empreendedores a compreenderem como as organizações precisam se adaptar para permanecer relevantes e competitivas em um mercado cada vez mais dinâmico.
Uma leitura indispensável para quem deseja entender o presente, antecipar tendências e construir organizações preparadas para os desafios do amanhã.

Por que ainda associamos envelhecimento a declínio?
Vivemos mais do que qualquer geração anterior. Os avanços da medicina, da ciência e da tecnologia ampliaram a expectativa de vida em praticamente todos os países. Ainda assim, quando falamos sobre envelhecimento, grande parte das narrativas continua associada a essa fase da vida a perdas, limitações e declínio. Mas será que essa visão ainda faz sentido em uma sociedade que caminha para ter milhões de centenários?
Em seu artigo publicado no portal Viva, Emilio Umeoka propõe uma reflexão importante sobre a forma como enxergamos a longevidade. Segundo ele, o etarismo continua presente de maneira silenciosa e institucionalizada, reforçando estereótipos que colocam pessoas mais velhas em posições secundárias ou associadas à fragilidade e à obsolescência.
O autor resgata teorias clássicas que ajudaram a consolidar essa percepção, como a Teoria do Desengajamento, que defendia o afastamento gradual dos indivíduos mais velhos da vida social, e a Teoria da Modernização, que associava o avanço tecnológico à perda de relevância social da população idosa. Embora influentes em seu tempo, essas abordagens já não refletem a realidade contemporânea.
Em contraponto, Umeoka destaca a Teoria da Continuidade, desenvolvida por Robert Atchley, segundo a qual o envelhecimento não representa uma ruptura, mas uma extensão natural das experiências, valores e aprendizados acumulados ao longo da vida. A longevidade passa a ser entendida como continuidade, adaptação e reinvenção.
Essa visão é reforçada por estudos contemporâneos sobre o desenvolvimento humano, que mostram que aprendizagem, adaptação e crescimento podem ocorrer em todas as fases da vida. Em vez de enxergar a maturidade como estagnação, a nova longevidade a reconhece como uma etapa de potencial produtivo, social e intelectual.
Outro ponto relevante abordado pelo autor é o crescimento da chamada Silver Economy. Estimativas apontam que pessoas com mais de 60 anos movimentarão mais de US$ 15 trilhões em atividade econômica até 2050. No Brasil, esse grupo já responde por uma parcela significativa da economia, demonstrando que envelhecimento e produtividade não são conceitos opostos.
Para Umeoka, a aposentadoria deixa de ser o encerramento de uma trajetória e passa a representar uma transição para novos ciclos de aprendizado, trabalho, empreendedorismo e contribuição social. O desafio não está apenas em viver mais, mas em construir estruturas sociais, econômicas e culturais preparadas para uma população que viverá cada vez mais tempo.
A grande mensagem é clara: o envelhecimento não deve ser visto como um problema a ser combatido, mas como uma oportunidade de repensar a forma como aprendemos, trabalhamos, convivemos e construímos significado ao longo da vida. Afinal, a longevidade deixou de ser uma exceção. Ela é, cada vez mais, o futuro de todos nós.
Sobre o autor
Emilio Umeoka é embaixador do Stanford Center on Longevity, onde atua na interseção entre longevidade, trabalho, inclusão e transformação social. É também Venture Partner da Synapse VC e fellow do Stanford Distinguished Careers Institute. Com uma carreira internacional de destaque no setor de tecnologia, foi executivo da Apple, onde atuou como Vice-Presidente de Enterprise Sales, além de ter ocupado posições de liderança global na Microsoft. Atualmente, dedica-se ao estudo da longevidade, da economia prateada e das transformações necessárias para uma sociedade preparada para vidas mais longas, saudáveis e produtivas.

Previsão do Tempo
A sexta-feira em Porto Alegre e região será de tempo estável, com sol aparecendo entre nuvens e temperaturas amenas ao longo do dia. No sábado, o dia será parcialmente nublado, com temperaturas variando entre 11°C e 18°C. Já no domingo, o frio ganha um pouco mais de força, com mínimas em torno de 10°C e máximas próximas dos 15°C, além de ventos moderados que podem aumentar a sensação de frio.
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