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Por critério estratégico, a Pisani, líder nacional em vários segmentos na fabricação de embalagens retornáveis para transporte, mantém uma equipe enxuta na área de Tecnologia e contrata sob demanda quaisquer serviços de suporte e manutenção para o ambiente de TI. A parceria com a Constat fez com que a empresa adotasse o Hyper-V, tecnologia de virtualização de servidores integrada sem custo ao Windows Server 2008, a qual permitiu a redução no volume de trabalho de gerenciamento e, como bônus extra, o aumento da capacidade de balancear carga de processamento e manter servidores redundantes.
A Pisani possui duas unidades fabris: a matriz em Caxias do Sul (RS) e uma filial na cidade de Pindamonhangaba (SP), para produzir soluções em embalagens e outras aplicações de plástico. Conta no Brasil com uma capacidade industrial superior a 20 mil toneladas e 370 funcionários. Até meados de 2009, dispunha de 28 servidores que respondiam para vários serviços essenciais para as atividades de negócios, desde correio eletrônico até bancos de dados usados pelo sistema de gestão empresarial (Enterprise Resource Planning - ERP). “Como a área de TI da Pisani é vista como uma prestadora de serviços e não um centro de custos, precisávamos encontrar um caminho para tornar nosso ambiente mais eficiente e fácil de gerenciar, sem que isso implicasse em mais gastos”, destaca Claurecir Volfe, gestor de TI da Pisani.
Solução - Em um projeto que contou com o apoio tecnológico da Constat, parceira da Microsoft, a Pisani diagnosticou que a virtualização dos servidores seria a solução ideal para reduzir o volume de trabalho de gerenciamento de seu ambiente de TI. O primeiro passo foi renovar seu parque de servidores com o sistema operacional Microsoft Windows Server 2008 que já traz sem custo adicional o Hyper-V.
Com essa tecnologia de virtualização da Microsoft, a Pisani pôde reduzir o número de servidores físicos pela metade. Em apenas 14 equipamentos, hospeda atualmente 28 máquinas virtuais com vantagens extras em relação ao cenário anterior. De acordo com Volfe, ainda que o número de servidores virtuais seja o mesmo do que os antigos físicos, a Pisani conta agora com a possibilidade de fazer balanceamento de carga e ter redundância de ambientes com muito mais facilidade e sem custos extras. O Hyper-V também permite executar nas máquinas virtuais diferentes sistemas operacionais, como é o caso da Pisani, que usa HPUX 11, RedHat/Linux e Suse/Linux em 20% dos servidores lógicos criados pela virtualização.
Para administrar esse novo ambiente, a Pisani adotou o Microsoft System Center Virtual Machine Manager (VMM) 2008. Além de centralizar o gerenciamento dos vários servidores – algo que a Pisani buscava fortemente –, o VMM reduziu o tempo de várias tarefas de manutenção. “A reinstalação de servidores físicos demorava até 8 horas antes. Agora, com máquinas virtualizadas, reinstalar um servidor é questão de um clique no VMM”, explica André Dias, analista de suporte da Constat. A facilidade é a mesma para converter máquinas físicas em virtuais, processo conhecido por P2V (Physical Computers into Virtual Machines), quando necessário.
O próximo passo para facilitar a administração do ambiente é usar o recurso Live Migration do VMM que permite mover máquinas virtuais entre servidores físicos dinamicamente e sem interrupção na disponibilidade dos serviços. “Com isso, será possível realizar tarefas de manutenção com o mínimo de paralisação nos nossos servidores”, explica Volfe.
Com informações do site: http://www.microsoft.com/latam/presspass/brasil/2010/junho/hyperv.mspx |